Sonar Labs®

Segmento · Mercado de capitais

A posição do seu fundo,
com cedentes, sacados, investidores e concorrentes acompanhados por CNPJ.

Para donos de FIDC e de fundos multimercado, e para securitizadoras. O Sonarview Monitor avisa se algum cedente pode quebrar, se algum sacado vai atrasar, se algum investidor pode pedir liquidação antecipada e se os concorrentes estão captando mais e melhor do que você, com as taxas deles ao lado.

FIDCs e multimercados

Qual cedente pode quebrar e qual investidor pode pedir liquidação antecipada?

O que o Sonarview Monitor acompanha para você

  • Cedentes e sacados por CNPJ
  • Grupo econômico e sócios (Receita Federal)
  • Filiais novas e financiamentos do BNDES
  • Publicações judiciais (DJEN)
  • Dívida ativa (PGFN)
  • Sanções (CEIS e CNEP)
  • Fatos relevantes
  • Informes mensais dos FIDCs
  • Captação e resgates dos fundos
  • Carteira dos fundos cotistas
  • Ofertas de cotas
  • Taxas dos fundos
  • Inadimplência por setor e estado (Banco Central)
  • Contratos públicos (PNCP)
  • Notícias do setor e da sua marca

O que tira o sono

  • Ficar sabendo da recuperação judicial do cedente ou do sacado só depois que o título atrasou.
  • Não notar o investidor que está saindo do crédito até chegar o pedido de amortização ou de liquidação antecipada.
  • Não saber se o concorrente está captando mais e melhor, quanto paga ao investidor e qual taxa cobra.

Como você fica mais competitivo

  • Suspender a compra do cedente na mesma semana em que a recuperação judicial é publicada.
  • Conversar com o investidor que está saindo do crédito antes de o pedido de liquidação chegar.
  • Saber quanto o concorrente paga ao investidor e qual taxa cobra antes da sua próxima captação.

O que chega para você (exemplos ilustrativos, com nomes trocados)

  • Ameaça · altoFIDC multicedente

    O Cedente A, um dos maiores da sua carteira, teve o pedido de recuperação judicial publicado.

    Para você: Os recebíveis que ele cedeu podem travar, e o índice de subordinação do fundo pode cair antes do próximo informe.

    O que fazer: Suspender novas aquisições desse cedente e levar a exposição ao comitê nesta semana.

    Fonte: Publicações judiciais (DJEN)

  • Ameaça · altoFIDC multissacado

    Dois sacados da sua carteira, com CNPJs diferentes, têm o mesmo controlador, e um deles foi inscrito na dívida ativa da União.

    Para você: A concentração no grupo é maior do que a planilha mostra, e o problema de um costuma chegar ao outro.

    O que fazer: Somar a exposição ao grupo e rever o limite dos dois antes da próxima compra.

    Fonte: Receita Federal, sócios, e PGFN, dívida ativa

  • Oportunidade · altoFIDC multicedente

    O Cedente F, da sua carteira, abriu duas filiais e contratou financiamento de máquinas no BNDES, sem dívida ativa nem processo publicado.

    Para você: A operação dele está crescendo, e o volume de recebíveis para ceder tende a aumentar nos próximos meses.

    O que fazer: Propor a elevação do limite ao cedente antes que outro fundo faça a oferta.

    Fonte: Receita Federal, filiais, e BNDES, operações contratadas

  • Ameaça · altoSacado âncora (risco sacado)

    A Âncora B, sacada de toda a carteira do seu FIDC, publicou fato relevante sobre a renegociação das dívidas com os bancos.

    Para você: No risco sacado, a carteira inteira depende da âncora, e os cotistas vão querer saber a exposição.

    O que fazer: Reduzir o ritmo de aquisição e levar a exposição ao comitê nesta semana, com o texto do fato relevante.

    Fonte: CVM, fatos relevantes

  • Ameaça · altoInvestidores

    O FIC C, cotista do seu FIDC, teve resgates acima do normal pelo segundo mês seguido.

    Para você: Com resgate alto, o gestor do FIC precisa de liquidez, e o pedido de amortização ou de liquidação antecipada pode vir dele.

    O que fazer: Falar com o gestor do FIC nesta semana e preparar a alternativa: outro cotista para as cotas ou um cronograma de amortização.

    Fonte: CVM, informe diário e carteira dos fundos

  • Ameaça · médioConcorrentes

    A Gestora D encerrou a oferta de cotas seniores de um FIDC no mesmo lastro do seu, pagando ao investidor menos do que você paga.

    Para você: Ela capta mais barato e pode oferecer taxa melhor aos mesmos cedentes.

    O que fazer: Rever o custo da sua próxima captação e ligar para os cedentes maiores antes da primeira proposta dela.

    Fonte: CVM, ofertas públicas

  • Oportunidade · altoConcorrentes

    Um FIDC concorrente, no mesmo lastro, entrou em liquidação antecipada por decisão dos cotistas.

    Para você: Os cedentes dele vão procurar outro comprador, e os cotistas vão procurar outro fundo.

    O que fazer: Avisar os originadores e procurar nesta semana os cedentes desse lastro na região.

    Fonte: CVM, fatos relevantes e informes mensais dos FIDCs

  • Oportunidade · médioMultimercado

    O Multimercado E, que disputa os mesmos distribuidores que o seu, teve resgates acima do normal pelo terceiro mês, mesmo depois de baixar a taxa de administração.

    Para você: Os distribuidores vão procurar outro fundo na mesma estratégia para oferecer aos clientes deles.

    O que fazer: Levar o seu histórico aos distribuidores nesta semana, com a sua taxa ao lado da dele.

    Fonte: CVM, informe diário e cadastro dos fundos

  • Ameaça · médioSinal ou ruído

    A inadimplência das empresas do setor do seu maior sacado subiu no estado dele pelo terceiro mês seguido.

    Para você: O dado do Banco Central serve aqui para separar sinal de ruído: se só o seu sacado piorou, o problema é dele; se o setor piorou no estado, a carteira inteira pede revisão.

    O que fazer: Rever os limites dos sacados desse setor no estado antes da próxima compra.

    Fonte: Banco Central, SCR.data

Fontes

Receita Federal: cadastro de CNPJ, filiais e sócios, para juntar os CNPJs do mesmo grupo. BNDES: operações contratadas. DJEN. PGFN: dívida ativa. CEIS e CNEP. CVM: fatos relevantes, informes mensais dos FIDCs, informe diário e carteira dos fundos, ofertas públicas e cadastro de fundos, com as taxas. Banco Central: inadimplência por setor e estado (SCR.data), para separar o problema da empresa do movimento do setor. PNCP. Notícias do setor.

Securitizadoras

Qual devedor do seu lastro pode atrasar e quem está levando as operações do seu nicho?

O que o Sonarview Monitor acompanha para você

  • Cedentes, sacados e devedores por CNPJ
  • Grupo econômico e sócios (Receita Federal)
  • Publicações judiciais (DJEN)
  • Dívida ativa (PGFN)
  • Sanções (CEIS e CNEP)
  • Emissões de CRI, CRA e CR
  • Fatos relevantes
  • Fundos e FIDCs no mesmo lastro
  • Filiais novas e mudanças no cadastro (Receita Federal)
  • Inadimplência por setor e estado (Banco Central)
  • Notícias do setor e da sua marca
  • Vagas abertas

O que tira o sono

  • Na listada: ficar sabendo do problema do devedor de um CRI ou de um CRA junto com o investidor, quando o comitê deveria ter sabido antes.
  • Na privada, que disputa cedentes e investidores com os FIDCs: não ter equipe para acompanhar cada cedente e cada sacado e ver o atraso só quando ele já aconteceu.
  • Na ligada a um grupo empresarial: receber pelo comercial, tarde, o problema de um cliente ou de um fornecedor do grupo que está no lastro.

Como você fica mais competitivo

  • Levar ao comitê o problema do devedor antes de o investidor perguntar.
  • Saber quais emissões e quais FIDCs disputam o seu nicho e a que custo.
  • No grupo empresarial, avisar o comercial antes de a venda a prazo aumentar a exposição.

O que chega para você (exemplos ilustrativos, com nomes trocados)

  • Ameaça · altoListada

    O devedor de um CRA que você emitiu teve o pedido de recuperação judicial publicado.

    Para você: Investidores e agente fiduciário vão perguntar, e a resposta precisa sair antes da próxima data de pagamento.

    O que fazer: Levar o caso ao comitê nesta semana, acionar as garantias previstas e preparar a comunicação aos investidores.

    Fonte: Publicações judiciais (DJEN)

  • Ameaça · médioListada

    A Securitizadora A, também listada, registrou no mês três emissões de CRI com o mesmo tipo de devedor que você atende.

    Para você: Ela está ganhando mandatos no seu nicho, e os coordenadores comparam prazo e custo.

    O que fazer: Levantar os coordenadores dessas emissões e apresentar a sua estrutura antes da próxima operação.

    Fonte: CVM, ofertas públicas

  • Ameaça · altoPrivada

    Um FIDC novo, no mesmo lastro que você compra, foi registrado por uma gestora da sua região.

    Para você: Ele vai procurar os mesmos cedentes e os mesmos investidores, e fundo novo chega com taxa agressiva para formar carteira.

    O que fazer: Ligar nesta semana para os cedentes maiores e renovar as condições antes da primeira proposta dele.

    Fonte: CVM, cadastro de fundos

  • Ameaça · altoPrivada

    O Cedente B, da sua carteira, foi inscrito na dívida ativa da União e teve duas ações de cobrança publicadas no mês.

    Para você: Com o caixa apertado, o cedente tende a ceder mais títulos e recomprar menos.

    O que fazer: Reduzir o limite desse cedente e conferir os títulos já comprados antes da próxima operação.

    Fonte: PGFN, dívida ativa, e publicações judiciais (DJEN)

  • Ameaça · altoLigada a grupo empresarial

    A Revenda C, cliente do seu grupo e devedora de recebíveis cedidos à sua securitizadora, foi inscrita na dívida ativa da União.

    Para você: O risco do lastro aumentou, e o comercial do grupo pode continuar vendendo a prazo para ela sem saber.

    O que fazer: Avisar o comercial do grupo e rever o limite antes do próximo pedido.

    Fonte: PGFN, dívida ativa

  • Oportunidade · médioLigada a grupo empresarial

    O Cliente D, um dos maiores do seu grupo, abriu duas filiais no mês.

    Para você: Ele vai comprar mais do grupo a prazo, e o lastro cresce com um devedor saudável.

    O que fazer: Levar ao comercial do grupo a proposta de ampliar o limite desse cliente, com a securitização dos novos recebíveis.

    Fonte: Receita Federal, cadastro de CNPJ

Fontes

CVM: ofertas públicas de CRI, CRA e CR, fatos relevantes, fundos e FIDCs. Receita Federal: cadastro de CNPJ, filiais e sócios. DJEN. PGFN: dívida ativa. CEIS e CNEP. Banco Central: inadimplência por setor e estado (SCR.data), para separar sinal de ruído. Notícias, sites das empresas e vagas abertas publicadas.

Como funciona

Do sinal à decisão registrada,
na mesma plataforma.

O Sonarview Monitor é a base: encontra o sinal e diz o que fazer. Depois, cada solução faz a sua parte, com o mesmo acesso e a mesma base de dados.

  1. 1O sinal · Sonarview Monitor

    Cedente ou sacado com recuperação judicial publicada, dívida ativa ou sanção; fundo cotista com resgates acima do normal; concorrente que captou mais barato ou mudou a taxa. Cada sinal chega com a leitura: ameaça ou oportunidade, o impacto e o que fazer.

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  2. 2A decisão · Sonarview Boards

    O comitê de crédito recebe a leitura na pauta e registra a decisão em ata, com assinatura de validade jurídica.

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  3. 3A ação · Sonarview Hub

    A conversa com cedentes, originadores e investidores segue pelo WhatsApp oficial e pelo e-mail, com o histórico de cada um registrado.

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  4. 4O plano · Sonarview Flow

    A política de crédito e o plano de captação são revistos com método quando os sinais mudam o cenário do trimestre.

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Perguntas frequentes

O que quem compra pergunta.

O Sonarview Monitor consulta birô de crédito ou dá score?

Não. O Sonarview Monitor acompanha o que é público sobre cada CNPJ, como publicações judiciais, dívida ativa da União, sanções e o cadastro da Receita, e o que os fundos concorrentes informam, e diz o que muda para a sua posição.

Como entram os cedentes, os sacados e os investidores?

Por planilha com os CNPJs. A equipe importa, separa as empresas de nome parecido e ajusta os alertas nas primeiras semanas. Investidor pessoa física fica de fora.

Dá para acompanhar os investidores do fundo?

Sim, os que são fundos ou empresas. Dos fundos cotistas, o Sonarview Monitor lê os resgates e a carteira que eles informam e avisa quando um deles começa a sair do crédito.

Serve para securitizadora?

Sim, nos três casos: a listada, a privada que disputa cedentes e investidores com os FIDCs e a ligada a um grupo empresarial, em que o lastro são os clientes e os fornecedores do grupo.

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