Para que serve o M&A e VC
A área M&A e VC organiza a due diligence de uma operação de compra, venda ou investimento, sempre do ponto de vista da sua própria empresa. Due diligence é o processo de checar e validar, com cuidado, cada aspecto relevante de um negócio (jurídico, financeiro, tributário, trabalhista, contratos, propriedade intelectual e assim por diante) antes de fechar a compra, a venda ou o investimento.
É importante entender o que essa área não é: ela não é um CRM de negociação, ou seja, não serve para acompanhar propostas, contrapropostas ou o andamento comercial da negociação em si. O que ela organiza é o roteiro de verificação interna, o dever de casa que a equipe precisa cumprir antes de qualquer negócio ser assinado.
Ao criar uma operação, você escolhe o campo Lado, indicando se sua empresa está do lado vendedor (em uma operação de venda) ou do lado comprador (em uma operação de compra ou investimento). A partir daí, cada operação guarda três partes bem separadas entre si:
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o checklist de due diligence, com itens organizados por categoria e cada um com uma situação;
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a equipe interna que participa daquele negócio, cada pessoa com uma função;
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um repositório de documentos daquela operação específica, chamado de propósito de Sala da operação, para nunca ser confundido com o Data Room geral da empresa, que guarda documentos da empresa como um todo, não de uma operação específica.
A tela inicial: onde ficam todas as operações
Ao entrar em M&A e VC, você vê um card para cada operação, em andamento ou já concluída. Cada card mostra:
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o nome da operação;
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um selo indicando o lado da sua empresa naquele negócio, Vendedor em uma operação de venda, ou Comprador em uma operação de compra;
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a contraparte, ou seja, a empresa ou pessoa do outro lado do negócio;
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uma barra de progresso;
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a contagem de itens concluídos sobre o total do checklist, por exemplo, 6 de 14.
O botão Nova operação, no topo da tela, cria uma nova operação. Se ainda não existir nenhuma, a tela mostra o aviso: "Nenhuma operação ainda - Crie a primeira operação de compra ou venda. Ela já vem com um roteiro de due diligence pronto para você adaptar." Ou seja, você nunca começa do zero: assim que a operação é criada, um roteiro inteiro de verificação já está montado, pronto para ser ajustado à sua realidade.
Criando uma operação: o checklist de due diligence já vem pronto
Ao criar uma operação nova, o sistema semeia automaticamente 14 itens de checklist, organizados em 8 categorias. Essas categorias cobrem, por padrão, as frentes mais comuns de qualquer due diligence:
Jurídico/societário, que confirma se a empresa está legalmente bem constituída e se há processos que possam afetar o negócio:
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Contrato social e alterações
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Quadro societário e acordos de sócios
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Atas e livros societários
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Processos judiciais e administrativos
Financeiro, que confirma a real saúde financeira da empresa:
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Demonstrações financeiras dos últimos 3 anos
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Endividamento e garantias
Tributário, que confirma se não há dívidas de impostos escondidas:
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Certidões negativas federal/estadual/municipal
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Passivos e contingências tributárias
Trabalhista, que confirma obrigações com funcionários e eventuais processos trabalhistas:
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Contratos de trabalho e folha
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Passivos e ações trabalhistas
Contratos, que confirma se os contratos importantes continuam valendo depois do negócio, e se existe alguma cláusula que cancele contratos por causa da mudança de dono:
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Contratos relevantes com clientes e fornecedores
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Cláusulas de mudança de controle
Propriedade intelectual, que confirma se marcas, patentes e sistemas realmente pertencem à empresa:
- Marcas, patentes e softwares
Ativos, que confirma se imóveis e equipamentos estão livres de dívidas ou restrições:
- Imóveis, equipamentos e ônus
Outros: uma categoria livre, sem nenhum item pré-criado, para qualquer verificação que não se encaixe nas categorias acima.
Esse conjunto de 14 itens é só um ponto de partida. Nada impede adicionar, editar, reclassificar ou excluir itens livremente, nem criar categorias próprias, pelo botão Criar categoria, disponível no seletor de categoria. Cada empresa tem particularidades, e o checklist deve ser adaptado à realidade daquele negócio específico.
Cada item do checklist guarda:
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categoria;
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título;
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situação, explicada a seguir;
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responsável, um campo de texto livre, que não precisa ser alguém cadastrado no sistema, pode ser o nome de qualquer pessoa, inclusive um consultor externo;
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observações;
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anexos próprios daquele item específico, com documentos e evidências;
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participantes, ou seja, pessoas da organização envolvidas especificamente naquele item, o que é diferente da equipe geral do negócio, explicada mais adiante.
A situação de cada item só pode assumir 4 valores: Pendente, Em andamento, Concluído ou Não se aplica. Não existe um quinto valor, e essa limitação é proposital: mais adiante, na seção sobre o que fazer quando o comprador aponta um problema, fica claro por que isso importa.
O quadro Kanban do checklist: como usar no dia a dia
O checklist aparece como um quadro Kanban, ou seja, um painel com uma coluna para cada situação (Pendente, Em andamento, Concluído, Não se aplica), no qual cada item do checklist é representado por um cartão. A própria tela traz a instrução: "Arraste cada item entre as colunas para mudar a situação. Clique no card para editar em tela."
Na prática, usar o quadro é simples:
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Para mudar a situação de um item, basta clicar no cartão e arrastá-lo até a coluna desejada. A situação muda sozinha, sem precisar abrir nada.
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Para editar os detalhes de um item, clique sobre o cartão. Isso abre uma janela com o título do item, que pode ser editado, as observações, e uma área para soltar documentos, por arraste e solte, até 25 MB por arquivo.
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Na lateral dessa mesma janela ficam a categoria, o responsável e os participantes daquele item, mostrados como pequenas etiquetas, com um botão "+ Participante" para incluir mais alguém.
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Ainda nessa janela existem botões "Mover para" cada uma das quatro situações, uma alternativa a arrastar o cartão manualmente no quadro.
Uma observação sobre permissões: quem tem permissão só de visualizar, sem permissão de gerenciar, enxerga o mesmo checklist, mas em formato de tabela simples, sem poder arrastar cartões nem editar nada. Ou seja, dá para dar visibilidade completa a alguém, um conselheiro, por exemplo, sem correr o risco de essa pessoa alterar algo por engano.
A página da operação: os dados centrais e a equipe (Membros)
Ao clicar no card de uma operação na tela inicial, você chega na página completa daquela operação. Uma característica importante dessa página: ela sempre mostra todos os campos do formulário de edição, mesmo os que estão vazios, escrevendo "Não definido" ou "Não definida" no lugar, em vez de simplesmente esconder o campo. Isso é proposital, pois assim fica visível, de cara, tudo o que ainda falta preencher, em vez de essa lacuna passar despercebida.
Os campos mostrados são:
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Contraparte: a empresa ou pessoa do outro lado do negócio;
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Empresa-alvo/objeto: a empresa ou aquilo que exatamente está sendo comprado, vendido ou recebendo o investimento;
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Valor da operação: um campo de texto livre, que pode trazer um valor exato, uma faixa, ou mesmo "a definir";
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três datas: Início, Assinatura prevista e Conclusão prevista;
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Partes envolvidas: uma lista de pequenas etiquetas, cada uma com Nome, Papel e Organização, útil para registrar advogados, consultores, bancos e qualquer outra pessoa ou empresa envolvida no negócio, mesmo que de fora da operação;
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Observações: um campo livre para qualquer anotação geral sobre a operação.
Essa página tem três abas: Checklist, o quadro Kanban já descrito, Membros, e Sala da operação, explicada na próxima seção.
A aba Membros lista as pessoas da própria organização que participam desse negócio, cada uma com uma função escrita livremente, como "Jurídico" ou "Financeiro". É importante não confundir Membros com participante de um item: Membros é o time do negócio inteiro, listado na aba Membros da operação, já participante é algo de nível bem mais específico, amarrado a um único item do checklist, dentro da janela daquele item. Uma pessoa pode ser Membro da operação inteira sem ser participante de todos os itens, e vice-versa, alguém pode ser adicionado como participante de um item pontual sem estar formalmente listado como Membro da operação.
A Sala da operação: documentos e o acesso liberado a alguém de fora
A terceira aba da página da operação é a Sala da operação, o repositório de documentos daquele negócio específico. O nome foi escolhido de propósito, justamente para nunca ser confundido com o Data Room geral da empresa: a Sala da operação guarda só os documentos daquela compra, venda ou investimento em particular.
No topo, o cabeçalho "Documentos da operação" traz o botão Adicionar documento, com os campos Categoria, Título, Arquivo, que é opcional, e Observações. Dá para subir vários documentos de uma vez, em lote, e cada linha desse lote tem seu próprio Título e sua própria Categoria, ou seja, não é preciso que todos os arquivos de um mesmo envio pertençam à mesma categoria. Os documentos, depois de adicionados, aparecem agrupados por categoria na tela, o que facilita encontrar o que se procura.
Cada documento ativo pode ser Editado, por exemplo para corrigir o título ou a categoria, ou Arquivado. Arquivar é reversível: o documento vai para uma área chamada Itens arquivados, saindo da lista principal, mas sem se perder. Já Apagar um documento em definitivo só pode ser feito pelo administrador da organização, e essa ação não pode ser desfeita. Essa diferença existe por um motivo claro: arquivar é uma operação do dia a dia, que qualquer pessoa com permissão de gerenciar pode fazer, apagar de vez é uma decisão mais séria, e por isso fica reservada a quem tem a maior responsabilidade dentro do sistema.
Acesso liberado: como compartilhar documentos com alguém de fora da empresa
Dentro da Sala da operação também fica o recurso Acesso liberado, pelo botão Liberar acesso. Para liberar o acesso a alguém de fora, o time de due diligence do comprador, um auditor externo, um advogado da outra parte, basta preencher:
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E-mail da pessoa, obrigatório;
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Nome, opcional, por exemplo "Comprador - João", para facilitar identificar quem é quem quando há vários acessos liberados;
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Observação, opcional, por exemplo "comprador, auditor", para anotar o papel dessa pessoa.
Aqui vale um esclarecimento fundamental. Quem recebe esse acesso liberado enxerga somente a Sala da operação daquela operação específica, e em modo leitura, ou seja, pode baixar os documentos, mas não pode editar nada. Mais importante ainda: essa pessoa de fora nunca vê o checklist de due diligence, nunca vê o quadro Kanban, e nunca vê quem são os Membros da operação. Ela enxerga exclusivamente a lista de documentos da Sala da operação.
Essa separação tem uma consequência prática importante para entender como o processo realmente funciona: o roteiro de due diligence é uma ferramenta totalmente interna da sua equipe. A negociação de fato com o comprador ou vendedor, como pedir um documento adicional, aprovar ou não aprovar algo, acontece inteiramente fora do sistema, por e-mail, telefone ou reunião. O que acontece nessas conversas externas só entra no sistema depois, de forma manual, quando a equipe interna atualiza o checklist para refletir o que foi combinado ou apontado.
Um aviso importante: como registrar quando o comprador aponta um problema
Este ponto merece atenção especial, porque é uma dúvida comum. Não existe, no checklist, nenhuma situação chamada "reprovado" ou "rejeitado". Como já explicado, só existem 4 situações possíveis: Pendente, Em andamento, Concluído e Não se aplica. Não há um quinto status para marcar que algo foi recusado ou apontado como problema.
Então, se o comprador, em uma conversa que, como vimos, acontece fora do sistema, apontar um problema em algum item, por exemplo, uma certidão vencida, o jeito de refletir isso no checklist é manual, e envolve normalmente três passos:
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Mover o item de volta para Pendente ou Em andamento, o que fizer mais sentido, mesmo que ele já estivesse marcado como Concluído antes.
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Escrever, nas Observações daquele item, o motivo, explicando o que foi apontado e o que precisa ser corrigido.
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Se fizer sentido, anexar a evidência do problema como documento daquele item, por exemplo o e-mail ou o documento que mostra a certidão vencida, deixando um registro documentado do porquê o item foi reaberto.
Não existe um campo específico de "motivo de reprovação", nem qualquer notificação automática enviada a alguém quando isso acontece. Tudo depende da disciplina da equipe interna em atualizar o checklist manualmente, sempre que uma conversa fora do sistema mudar o andamento de algum item.
Excluindo uma operação: a zona de perigo
Dentro da janela de Editar uma operação, nunca ao criar uma nova, só ao editar uma que já existe, fica a chamada Zona de perigo. Ali, um aviso alerta com todas as letras: "Excluir esta operação apaga também os itens do checklist, os documentos anexados a cada item, quem participa de cada item e os documentos e acessos da Sala da operação. Não pode ser desfeito."
Em outras palavras, excluir uma operação apaga de uma vez:
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todos os itens do checklist de due diligence daquela operação;
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todos os documentos que estavam anexados a cada item do checklist;
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o registro de quem participava de cada item;
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todos os documentos guardados na Sala da operação;
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todos os acessos liberados a pessoas de fora da empresa para aquela Sala da operação.
O botão Excluir pede uma confirmação extra antes de executar, exatamente por causa do tamanho dessa perda. Ainda assim, vale tratar essa ação como definitiva: depois de confirmada, não existe forma de recuperar o que foi apagado. Por isso, essa é uma decisão que deve ficar com quem tem a responsabilidade maior sobre aquela operação, e só deve ser tomada quando não restar mais nenhuma dúvida.
Resumo para lembrar
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M&A e VC é uma ferramenta de due diligence interna, não um CRM de negociação.
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Toda operação nova já nasce com 14 itens de checklist em 8 categorias, mas tudo pode ser ajustado.
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O checklist só tem 4 situações possíveis, Pendente, Em andamento, Concluído, Não se aplica. Não existe "reprovado".
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Membros é o time do negócio inteiro, participante é de um item específico do checklist. São coisas diferentes.
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A Sala da operação é separada do Data Room geral da empresa, e quem recebe acesso de fora só vê os documentos, nunca o checklist ou os Membros.
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Qualquer problema apontado pelo comprador ou vendedor precisa ser registrado manualmente no checklist, geralmente voltando o item para Pendente ou Em andamento e explicando o motivo nas Observações.
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Excluir uma operação é definitivo e apaga tudo o que está dentro dela.