Quando usar: "Quero saber se um fornecedor que já homologamos passou a ter sanção ou dívida", "Como acompanho a minha carteira de fornecedores?", "O Sonarview Monitor substitui a homologação?".
O que o Monitor faz
A homologação avalia o fornecedor uma vez, na entrada. Depois dela, o risco muda: surgem sanções, inscrições em dívida ativa e outras ocorrências. O Monitor acompanha os CNPJs da sua carteira nas fontes públicas oficiais, de forma contínua, e destaca o que é novo, com a fonte e a data de cada registro. Ele complementa a homologação; não a substitui. A carteira é só de empresas, pelo CNPJ: não há consulta por CPF nem a birô de crédito.
Passo a passo
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Abra a Carteira, no fim do menu lateral, e escolha a lista Fornecedores (ou Clientes, ou Leads).
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Importe a sua planilha: cole um CNPJ por linha, com o nome ao lado, ou escolha o arquivo .csv. O relatório da importação diz quantas empresas entraram e o motivo de cada linha recusada.
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Espere a primeira consulta, que o Monitor faz sozinho. Em uma lista pequena, leva alguns minutos; com milhares de empresas, pode levar horas.
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Abra a seção Score de risco: cada CNPJ recebe uma nota de A a E, e cada ponto mostra a fonte, a data e o peso.
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Se quiser, marque na lista as empresas Em observação ou Bloqueada. A marca é só da sua conta e entra no score da própria empresa.
O detalhe de cada coluna e de cada seção está em A Carteira: sanções, dívida ativa e compras públicas dos seus clientes, fornecedores, leads e concorrentes.
O que é conferido em cada CNPJ
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a situação cadastral e os sócios registrados na Receita Federal;
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as sanções no CEIS e no CNEP, os inidôneos do TCU, o CEPIM e os acordos de leniência da CGU;
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a dívida ativa da União e do FGTS, pela base trimestral da PGFN;
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a lista suja do trabalho escravo (Ministério do Trabalho) e os embargos do IBAMA;
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os processos da ANPD (proteção de dados);
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as compras públicas que a empresa venceu nos últimos 12 meses (Compras.gov);
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para as instituições financeiras e as companhias da carteira, os atos e os processos do Banco Central e a situação na CVM;
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as notícias de demissão em massa na imprensa e as citações nos diários oficiais municipais.
Onde aparece o que é novo
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Na própria Carteira, com o selo “nova” ou “novo”: sanções, dívida ativa e compras públicas. Essas três não mandam alerta nem e-mail.
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No sino, na família “Carteira”: a mudança de situação na Receita, o embargo ou a inclusão na lista suja, o registro no CEPIM ou na leniência e o processo novo da ANPD que aparecem depois de a empresa entrar na carteira.
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No sino e no e-mail diário da caixinha Regulatório: os atos do Banco Central e as notícias de demissão, para cada pessoa conforme os assuntos marcados para ela.
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No bloco Crítico na Carteira, no Painel e em Alertas críticos: a liquidação extrajudicial, o regime especial e o cancelamento da autorização no Banco Central.
A nota do score de risco não vai ao boletim, ao e-mail nem à TV: ela fica na seção Score de risco.
Perguntas frequentes
O Monitor substitui a homologação de fornecedores? Não. A homologação avalia o fornecedor na entrada, com documentos, questionário e análise. O Monitor acompanha o que muda depois, nas fontes públicas oficiais, e o histórico com fonte e data pode alimentar a reavaliação periódica do fornecedor.
A nota de risco é uma análise de crédito? Não. É um resumo das ocorrências em fontes públicas oficiais, com a regra e os pesos à vista na seção Score de risco.
Uma filial aparece sem ocorrência e a matriz tem. Por quê? A situação na Receita é por CNPJ, e a PGFN inscreve a dívida no CNPJ de quem deve. Para vigiar o grupo, cadastre a matriz e as filiais que interessam.
Atualizado em 30/10/2026.