Quando usar: "De quem são esses planos que apareceram na minha conta?", "Essas empresas existem mesmo?", "Por que não consigo editar este plano?", "Posso apagar esses planos?", "Vocês inventaram esses dados?".
Resposta curta
Toda conta nasce com sete planos de benchmark. Não são ilustração: seis deles são empresas que existem de verdade (Unifique, Kepler Weber, WEG, Magazine Luiza, Contabilizei e Insider Store), escolhidas por nós para testar o app de ponta a ponta. O que você vê em cada plano é o resultado desse teste, montado só com informação pública: relatório ao mercado, site e notícia.
É por isso que eles valem: você pode conferir na fonte. Cada plano traz o link.
Eles não consomem nada da sua conta e são só de leitura, assim continuam iguais para a próxima vez que você quiser mostrar a alguém.
Os sete, e o que cada selo quer dizer
O cartão e o topo do plano trazem um selo com a origem dos dados:
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Empresa real: a empresa existe. Tudo o que está ali veio de fonte pública, e o selo traz o link para conferir. São seis dos sete.
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Empresa fictícia: é um só, a "Conquista da Galáxia". Ela existe para demonstrar o método em um caso onde não caberia usar dado de empresa nenhuma. Nenhuma pessoa e nenhuma organização dela existem.
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Caso real, com os nomes trocados: nasceu de um caso verdadeiro e teve empresa, pessoas e concorrentes trocados por nomes fictícios antes de virar benchmark.
Como percorrer um benchmark na ordem certa
O trilho no topo da tela mostra as etapas. No fim do roteiro (a etapa Frameworks), o botão Avançar abre o briefing pronto; de lá, Iniciar Entrevista abre a primeira etapa da sessão.
Dentro da sessão, o rodapé de cada tela diz onde você está (“Etapa 2 de 7”) e traz Anterior e Próxima etapa: Entrevista, Gap-Fill, Síntese, Hipóteses, Mapeamento, Frameworks e, por fim, o Plano. Esses botões só navegam: nada é gravado, nada gasta crédito. O atalho Ver o plano pronto leva direto ao documento, para quem só quer a entrega.
A faixa azul que identifica o benchmark fica recolhida em uma linha para não roubar espaço da conversa; Saiba mais abre o texto completo.
A entrevista também está lá
O que faz um plano valer não é o documento final: é o caminho até ele. Os sete benchmarks trazem a entrevista completa: entre 13 e 23 turnos de conversa cada um, com os dez temas do diagnóstico e o mapeamento que virou o plano. Você percorre a entrevista inteira, vê os temas cobertos e usa os números ao lado da conversa para pular direto a um tema.
Nada disso pede nada à IA nem gasta crédito: é leitura de um trabalho que já foi feito.
"Abri um benchmark e não vejo a entrevista"
Se a entrevista não aparece em nenhum dos sete, a conta foi criada antes de 1º de setembro de 2026: nessas contas os benchmarks chegaram só com o plano pronto, sem o diagnóstico atrás dele. Não é limite do plano que você contratou.
O que fazer: recarregue a página inicial da conta uma vez. O app completa os sete sozinho, na primeira visita, e a entrevista passa a aparecer. Nada do que você já escreveu é apagado ou alterado nesse conserto.
Se depois de recarregar ainda faltar, abra um chamado: diga o nome do benchmark em que faltou (Unifique, Kepler Weber, WEG, Magalu, Contabilizei, Insider Store ou Conquista da Galáxia). É o que precisamos para olhar a sua conta.
Por que algumas etapas aparecem em branco
Você vai encontrar etapas vazias: pessoas e papéis, números internos, documentos. Elas estão vazias de propósito, e o motivo é o oposto de descuido.
Seis dos sete são empresas de verdade. Preencher um "patrocinador do projeto" com nome e cargo para elas seria inventar pessoas de empresas reais, exatamente o que não fazemos. Em um diagnóstico de verdade é você que coleta essas informações com o cliente, na entrevista.
De onde vêm os dados dos planos
No menu lateral, Fontes de dados explica cada fonte que alimenta um diagnóstico (Receita Federal, Banco Central, IBGE, a biblioteca curada, estudos acadêmicos com DOI, os documentos do cliente, a entrevista, o perfil público e as notícias), o que cada uma traz e o limite dela.
O que dá e o que não dá para fazer
| Dá | Não dá |
|---|---|
| Abrir e percorrer o trilho inteiro, do enquadramento ao plano | Editar o plano ou o quadro |
| Ler a entrevista e navegar pelos temas dela | Continuar a entrevista ou gerar um diagnóstico novo a partir dele |
| Ler o plano completo e o quadro de ação | Contratar acompanhamento (monitoramento) para ele |
| Exportar em PDF, Word ou PowerPoint | Apagar um benchmark sozinho |
Quando alguma dessas ações estiver desligada, a tela diz o motivo ao lado do botão.
Como tirar os benchmarks da conta
Em Configurações há o botão "Tirar os benchmarks da conta", que remove os sete de uma vez. É uma decisão da conta, e por isso não se apaga um a um. Se mudar de ideia, "Trazer os benchmarks de volta" traz todos.
O que você criou é seu e não tem essa marca: tirar os benchmarks remove só os sete com a marca de benchmark, e os seus planos ficam como estão.
Usar um benchmark em uma reunião
É para isso que eles existem. Abra pelo painel, caminhe pelas etapas na ordem com Próxima etapa e termine no plano e no quadro. Como nada do que você fizer ali é salvo, o benchmark fica igual para a próxima reunião.
Se não resolver: veja "Criar um diagnóstico e gerar um plano" para começar um plano seu, ou "Ler e editar o meu plano".