Quando usar: “A IA inventa?”, “Posso confiar nas respostas?”, “Como sei que esse número é real?”
Resposta curta
Não responde do nada, e não pede para acreditar: cada plano vem com as fontes, com a nota de um revisor independente e com as lacunas declaradas. São três provas que o próprio usuário abre.
1. As fontes, no fim do plano
A seção Fontes & Referências lista, numerada, tudo o que sustentou o plano: as fontes públicas da empresa (com link para conferir na origem, nos planos de exemplo), as metodologias com autor e ano, os benchmarks da base curada, os documentos que o próprio cliente enviou e os trechos citados, com a página.
2. O revisor independente
Depois de gerado, todo plano passa por uma segunda leitura cuja única função é tentar derrubá-lo. Ele não reescreve: dá uma nota de 0 a 10 e lista o que encontrou, citando o trecho. A nota e os achados ficam visíveis no topo do plano, inclusive quando são ruins. Um produto que sempre mostrasse nota máxima estaria escondendo o revisor.
3. O que faltou também é dito
O painel de profundidade mostra o que alimentou aquele plano e, principalmente, o que não foi obtido. Quando um dado público não veio, o plano declara a lacuna em vez de preencher com invencionice.
Para o cliente que quer conferir por fora
No menu lateral, em Configurações, a página Benchmark de Qualidade mostra os planos de demonstração com a nota de cada um, os achados do revisor e o link da fonte pública. Dá para abrir a origem e comparar. A mesma página publica as notas baixas e explica cada uma.
Se não resolver: veja “Como provar a qualidade de um plano ao cliente desconfiado” (guia completo para o atendimento) e “O plano saiu genérico”.